Damares ironiza tentativa do PT de atrair evangélicos: “Corrupção é pecado”

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves. ironizou neste domingo (5) a tentativa do Partido dos Trabalhadores (PT) de atrair os evangélicos, já que a sigla é ideologicamente contrária aos princípios cristãos.

Através de sua conta no Instagram, Damares afirmou que adoraria explicar sobre sua fé aos membros do partido, já que a sigla tem buscado atrair os eleitores deste segmento.

Segundo o Painel da Folha, o partido pretende alcançar o principal eleitorado de Jair Bolsonaro, mas  sem abrir mão da visão ideológica distorcida que eles defendem.

Damares destacou o que foi apontado pelo Gospel Prime, de que aquilo que o PT defende é contrário as doutrinas bíblicas e Deus “abomina” os conceitos do partido.

“Por favor, peçam para os membros do tal núcleo virem aqui falar comigo. Adoraria explicar aos membros do núcleo que evangelho e comunismo não combinam”, comentou.

Em seguida, a ministra reforçou que “adoraria explicar” que corrupção é pecado e que “Deus abomina o aborto, a pornografia, o vício, a mentira e o roubo”.

“Adoraria explicar a eles que corrupção é pecado. Adoraria também dizer a eles que Deus abomina o aborto, a pornografia, o vício, a mentira e o roubo. Peçam para os tais membros do núcleo vir falar com uma terrivelmente evangélica”, escreveu.

O Partido dos Trabalhadores é ideologicamente alinhado com o Comunismo, um dos maiores perseguidores ao Cristianismo, além de defender temas contrários aos princípios cristãos.

Fonte: Gospel Prime

Protesto pela educação que não diferencia corte de contingenciamento

Maycson Rodrigues

Ontem foi um dia “histórico”… para alguns. O Brasil não está unido contra um presidente que foi eleito com 57 MILHÕES de votos. O Brasil continua dividido entre cidadãos comuns e militantes chatos. A situação é simples: para alguns, as eleições ainda não acabaram.

Falam em cortes na educação, mas o que o Poder Executivo faz é bloquear o dinheiro considerando o cenário econômico que se apresenta no ano – a despeito da previsão orçamentária que foi votada e aprovada pelo Congresso no ano anterior.

Sabe quem promoveu um bloqueio bilionário na educação? A senhora impedida Dilma Rousseff. Foram 10 BILHÕES de reais bloqueados.

Você viu alguma manifestação ou greve pela educação como foi a de ontem? Pois é.

Alguém diria: “ah, não seja leviano. Ela foi quem mais investiu na educação em toda a história. O bloqueio foi após muitos aumentos nos investimentos em educação”. Minha resposta é simples: “você acredita nisso porque é gado tanto quanto aqueles que você acusa de ser gado. Se alguém aumenta o gasto para além do que pode, certamente a conta vem um dia. Aí, o resultado é o maior bloqueio orçamentário na educação de toda a década.”

Vamos falar um pouco mais sobre? E olha que essa palavra (contingenciamento) não começou a ser utilizada neste ano.

Lembra do Lula, aquele presidente que apareceu em diversos cartazes nas manifestações de ontem (#LulaLivre)? Então. Em 2010, Lula teve que fazer este contingenciamento no valor de pouco mais de 2 BILHÕES de reais. À época, o ex-presidente e agora presidiário disse:

“Obviamente que os ministros sabem perfeitamente bem que, quando você faz o orçamento, a proposta do orçamento é aprovada na Câmara e ela está subordinada tanto ao crescimento + arrecadação, ou ao decréscimo da arrecadação. Nós trabalhamos com a possibilidade de que vai melhorar a arrecadação e, melhorando a arrecadação, a gente vai repor a possibilidade dos ministérios gastarem todo o dinheiro que foi disponibilizado.”

Resumindo a fala do petista: “estamos cortando verba para todos os ministérios, incluindo o da educação. Se o Brasil crescer, a gente repõe e garante que voltem a gastar o que era previsto.”

Fica evidente que é o mesmo cenário do ano atual. Agora, porque o governo não é fechado com movimentos sociais e sindicalistas que odeiam bater um currículo, nem com a militância universitária como a UNE que só quer dinheiro público para não ter de preencher a Carteira AZUL, o que a gente teve de assistir ontem foi um episódio patético e completamente digno de risos.

O Brasil não vai bem financeiramente. O país precisa aprovar a Nova Previdência para que a economia não quebre de vez. Estamos num momento de caos econômico e político, onde até pastores desocupados estão inflamando os jovens contra um governo que não chegou a seis meses no poder.

Ao invés de conclamar a juventude da igreja para orar e buscar até mesmo conhecer mais sobre política para ler corretamente os dados da realidade e aí, tão somente aí fazer as devidas críticas, contrapontos, cobranças e até denúncias ou protestos, esses militantes de esquerda infiltrados na Instituição “Igreja” somente querem fazer valer o seu espírito egoísta, incrédulo, ressentido e covarde, pois quem se diz cristão e fala mais de política do que do evangelho certamente deve sofrer de apatia espiritual.

Não sou contra oposição política nem greve ou manifestações democráticas. Não sou favorável que apenas prevaleça um pensamento nos ambientes da liberdade de expressão, como a Câmara ou a sala de aula. Sou a favor de que tão somente saibamos o que estamos fazendo e não sejamos massa de manobra de ativista político ou de reitor que perdeu privilégios porque governos anteriores tinham suas ideologias garantidas nas grades curriculares da universidade, o que lhes favorecia e muito para doutrinar jovens e torná-los novos soldados irrefletidos úteis.

O óbvio precisa ser enfatizado. É preciso cortar gastos sim, reduzir impostos, remodelar o Ensino desde a base até a universidade, falar com o povo de forma direta sem o filtro da Grande Mídia e frear o avanço da criminalidade abatendo os bandidos que nos colocam em risco todos os dias.

A maioria das pessoas que estavam nas ruas ontem mal sabe a diferença entre despesa pública obrigatória e despesa discricionária. Não fazem ideia de que o corte foi de 3,5% do volume total para educação e 30% dos 12% que são justamente as despesas discricionárias.

Só que é muito mais legal reproduzir o discurso daqueles que perderam as eleições e que sonham com o “quanto pior, melhor” – considerando que assim vencerão a batalha política.

Precisamos despertar espiritual e politicamente e atentarmos aos fatos. Oremos pelo Brasil, para sejamos livres dos monstros do pântano da república – sejam de esquerda ou de direita – que querem ver apenas o povo sofrer e capitalizar politicamente com isso.

Fonte: Gospel Prime

Globo gera constrangimento em Sidão, goleiro do Vasco

Neste domingo (12), a TV Globo promoveu um espetáculo de constrangimento durante a exibição de uma partida de futebol. A vítima foi o goleiro vascaíno, Sidão, que teve uma atuação ruim durante o jogo e recebeu um “prêmio” no final.

A emissora possui um prêmio de craque do jogo, que é decidido por votação pela internet. Os usuários decidiram votar em Sidão, que jogou muito mal e foi responsável por dois gols levado pelo Vasco na partida contra o Santos.

Ao final do jogo, uma repórter vai entrar o troféu ao atleta que recebe o prêmio, fica visivelmente constrangido e vai embora sem falar nada.

O assunto, inclusive, dominou as rede sociais. A tag “Sidão (#Sidão)” chegou aos assuntos mais comentados da rede social. Usuários criticaram a exposição sofrida por Sidão

O comentarista Walter Casagrande, que trabalha na Globo, viu a situação e pediu desculpas ao goleiro do Vasco.

– Eu quero pedir desculpas ao Sidão por essa ironia de mal gosto com esse troféu ridículo, o Sidão é um trabalhador honesto e merece respeito de todos, me desculpe mesmo – escreveu em suas rede sociais.

Fonte: Pleno.News

Bolsonaro volta a dizer que indicará Moro para o STF

Neste domingo, o presidente Jair Bolsonaro voltou a falar sobre uma futura indicação para o Supremo Tribunal Federal (STF) e garantiu que a vaga será do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. A declaração foi dada durante uma entrevista à Rádio Bandeirantes.

Bolsonaro disse que firmou um compromisso com Moro quando o convidou para fazer parte do governo após a vitória nas eleições. A primeira vaga será aberta no próximo ano com a aposentadoria de Celso de Mello.

– Tenho um compromisso com ele. A primeira vaga que vier é dele. Vou honrar o compromisso com ele, caso ele queira – apontou.

O presidente também comentou o pacote anticrime apresentado pelo ministro e disse que espera por sua aprovação. Ele, no entanto, apontou que não pode interferir na pauta do Congresso. Bolsonaro ainda disse que partidos como o PT podem não querer apreciar o texto por isso poderia fazer o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficar mais tempo preso.

– [O deputado Rodrigo] Maia é dono da pauta na Câmara e [o senador Davi] Alcolumbre é dono da pauta no Senado (…) Não posso exigir, interferir, a bola está com o Rodrigo Maia – ressaltou.

Fonte: Pleno.News

Líder religioso islâmico antissionista faz reza de abertura na Câmara dos Deputados dos EUA

AGÊNCIA TELEGRÁFICA JUDAICA

Um líder religioso muçulmano que deseja o fim do sionismo, convocou uma terceira revolta palestina contra Israel e comparou Israel à Alemanha da era nazista fez a reza de abertura para uma sessão da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos na quinta-feira.

Omar Suleiman, fundador e presidente do Instituto Yaqeen com sede em Dallas, EUA, uma organização que se descreve como uma fonte recursos sobre o islamismo, referiu-se aos recentes atentados a locais de culto — que incluiu sinagogas nos Estados Unidos — em seu discurso de abertura.

“Não sejamos dissuadidos pelo ódio que ceifou a vida de adoradores inocentes em todo o mundo, mas encorajados pelo amor que uniu o mundo para lembrar a você e a nós reunidos para lembrá-los,” disse Suleiman em uma curta reza depois de ser introduzido pela presidente da Câmara Nancy Pelosi, D-Calif.

Suleiman tem um longo histórico de declarações incendiárias nas mídias sociais sobre Israel, compiladas há dois anos por Petra Marquardt-Bigman, uma pesquisadora, e postadas no site de notícias judaicas Algeimeiner. Em múltiplas ocasiões, ele desejou uma terceira Intifada palestina, ou revolta violenta, comparou as tropas israelenses aos nazistas e desejou o fim do sionismo, chamando os sionistas de “inimigos de Deus.” Ele é um dos apoiadores do movimento de boicote a Israel.

O congressista de Suleiman, o deputado federal Eddie Bernice Johnson, do Texas, convidou-o para fazer a reza através de um formulário padrão na página do Gabinete do Capelão da Câmara dos Deputados, de acordo com um funcionário do Congresso.

O gabinete de Pelosi está investigando como e por que Johnson convidou Suleiman, disse um funcionário à Agências Telegráfica Judaica.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do site de Michael Savage: Anti-Zionist imam delivers opening prayers in the US House of Representatives

Fonte: Julio Severo

STF “militante” quer criminalizar a opinião

Maycson Rodrigues

Sou a favor das liberdades individuais numa sociedade democrática. Sou a favor que cada um tenha o direito de escolher sua própria sexualidade e que isso seja sempre salvaguardado no ambiente do foro íntimo. No entanto, sou cristão e tenho uma cosmovisão bíblica que me faz entender que práticas, falas, desejos e até pensamentos homossexuais são antinaturais e considerados pecados graves contra o Deus Trino.

Vendo algumas partes da fala do ministro do STF Celso de Mello, não pude distinguir se havia um profissional do direito numa toga ou um ativista gay disfarçado de representante popular.

Ele usou de basicamente todas as narrativas hegemônicas da militância LGBT: a narrativa que condena o fundamentalismo religioso, a que aponta o preconceito estrutural contra a existência humana transgênero, a que denuncia os crimes e a fomentação do ódio nas redes ou nos ambientes privados entre outros.

Será que este ministro fez um “voto histórico” ou seria um “voto detestável”? Ele quer uma democracia mesmo ou quer criminalizar a opinião? Perguntas que surgem.

Para uma ala minoritária do pensamento no Brasil, Celso de Mello assumiu uma proeminência política importante na luta por privilégios, ops, direitos da minoria LGBT. Ele disse que muita gente morre pelo simples fato de existir como trans ou travesti e etc., mas estes dados são inteiramente questionáveis, uma vez que não existe na lei especificado o crime de assassinato por motivação de intolerância ou ódio. Sabemos que este crime até existe, contudo é impossível mensurar suas dimensões em termos de ocorrências criminais que se possam registrar.

Mais uma coisa: o ministro acusou a sociedade – em especial os que creem na autoridade da Bíblia – de impor um comportamento que ele chamou de “heteronormativo” (lendo esta palavra, penso que o PT está mais vivo do que nunca), como se todos os que discordam da prática estivessem lutando para que as pessoas não exerçam sua liberdade individual de escolher a opção sexual que lhe aprouver, o que é um grande equívoco.

Criticar não significa não tolerar, odiar ou ofender. Significa apenas discordar. O STF não tem este tipo de prerrogativa e espero que, pelo bem da democracia brasileira, nunca o tenha.

Estes ministros, incluindo o presidente Dias Toffoli, são uma herança desagradável do Lula e estão fazendo uso de um expediente completamente destoado de nossas maiores necessidades políticas, éticas e morais. Podemos debater sobre isso em breve, só que o momento exige priorizar o ajuste das contas, o corte de privilégios (começando pelo judiciário… que tal, ministro Celso de Mello?), o avanço da Lava Jato, as explicações sobre os casos Queiroz e o restante dos deputados (dentre eles do PT, com movimentações atípicas numa escala infinitamente maior) o apoio no Congresso do pacote anticrime do ministro Sérgio Moro e muito mais.

Sabemos que muitas das ações dos homens são estabelecidas por suas motivações. E eu questiono a motivação dessa discussão no STF justamente no início do governo Bolsonaro, que exatamente chega ao poder pelo anseio popular que comprou suas pautas em favor da família nos moldes naturais, da propriedade privada, do cidadão de bem que é pagador de impostos e evita cometer crimes, das forças que promovem a segurança nacional e do livre mercado.

Sinto que tal mobilização institucional visa desequilibrar e bloquear o avanço da discussão fundamental que é a da reforma da previdência, pois certamente eles serão afetados de alguma forma caso a matéria seja aprovada no Congresso.

Precisamos ficar muito atentos e perceber que o jogo político envolve sim os três poderes da república. E não faz sentido algum um magistrado legislar em favor de uma cosmovisão minoritária altamente secularista e que visa à desconstrução moral com o subterfúgio capcioso da defesa por uma sociedade mais plural e democrática. Assassinato de gay ou de hétero possui o mesmo peso constitucional, e o assassinato por motivação de preconceito ou ódio deve ser sim criminalizado; no entanto, incluir no pacote o crime de opinião – como quer o ministro do “discurso histórico” – será uma afronta contra a liberdade de expressão e a liberdade religiosa.

Isto posto, um aviso aos pastores, líderes e irmãos evangélicos e até aos católicos: preparem-se para o enfrentamento político e, principalmente, para irem à cadeia caso o pensamento e a opinião de vocês sejam condenados pelo poder público. A possibilidade de surgirem processos criminais diversos por “crime de ofensa contra um LGBT” pelo simples fato de você dizer a verdade bíblica sobre o tema é grande e nós não poderemos nos acovardar e ajustar o evangelho a essa cultura falida moral e eticamente.

Que um destes ministros tenha a sobriedade de pedir vista deste processo e que haja maiores articulações na Câmara para que, ainda neste ano, se façam os debates necessários e a casa que representa o povo saiba evitar – pelas vias democráticas que não envolvem o poder judiciário – que a agenda gay se estabeleça no país por completo, dando-lhes privilégios ditatoriais que nenhum heterossexual poderá ser capaz de gozar no contexto histórico atual.

Na verdade, uma sociedade regida pela democracia não deveria conceder privilégio a classe alguma. “Somos todos iguais perante a lei”. Lembra disso, ministro?

Sinceramente, acho que guardar a Constituição já é um trabalho bastante complexo para o nobre e caro STF. Não sei mesmo por que eles ainda querem acumular a responsabilidade de legislar. Na verdade, imagino e tenho quase a certeza do que está por trás de tudo isso.

Fonte: Gospel Prime